aconteceu, institucional

#BANANACAST – O mundo precisa de ciência. Efeitos do Covid19.

Quando começamos a produzir o BANANACAST algo aconteceu aqui dentro de nós que tinha muita vontade de criar algo que tivesse a ver com nossa POESIA COTIDIANA, nossos passos profissionais, mas principalmente um canal pra gente dizer de um jeito elegante o que a gente pensa sobre o mundo.

Pois bem, neste episódio do BANANACAST você vai ouvir em MUITAS VOZES que o mundo precisa de “RESPEITOS”.

OUÇA O EPISÓDIO “O MUNDO PRECISA DE CIÊNCIA”  NO SPOTIFY  

Relaxe, divirta-se, chore, revolte-se e REFLITA.
⏳ Tudo ao mesmo tempo.

Compartilho com vocês mais um episódio da nossa jornada #podcast.

Um abraço apertado
Raquel Alvarez – produtora e jornalista

documentário

“ENCANTADAS” O FILME – MARCHA DAS MULHERES INDÍGENAS E MARGARIDAS – Brasília 2019

“Pisa ligeiro, pisa ligeiro! Quem não pode com as mulheres, não assanha o formigueiro”.

Por iniciativa da ANAÍ – Associação Nacional de Ação Indigenista apoiada pelo Malala Fund, nós da Caturra fomos convidados a produzir um documentário sobre Primeira Marcha das Mulheres Indígenas e Marcha das Margaridas que aconteceram nos dias 13 e 14 de Agosto de 2019 em Brasília.

O tema da marcha indígena foi: TERRITÓRIO: NOSSO CORPO, NOSSO ESPÍRITO.

Participaram jovens e professoras do Projeto Cunhataí Ikhã dos povos Pataxó Hãhãhãe e Tupinambá da Bahia.

Milhares de mulheres se juntaram para marchar no centro de poder brasileiro para exigir que seja cumprida a Constituição de 1988 em favor das cidadãs e cidadãos do campo de das florestas do Brasil.

A considerar que o poder público e governo federal atual pouco têm feito em defesa da dignidade, saúde e segurança das pessoas do campo. O lucro tem falado mais alto e o extermínio das comunidades ancestrais vem sendo uma realidade no Brasil.

O documentário ENCANTADAS foi feito por:

Direção, imagens e montagem: Raquel Alvarez – Assistente de direção, produção e som direto: Diogo Almeida – Assistente de produção: Sarah Costa – Conteúdo e entrevistas: Ana Paula Ferreira de Lima – Imagens adicionais: Ana Paula Ferreira de Lima, Diogo Almeida e Sarah Costa.

 

Por Raquel Alvarez – Diretora

culturais, Mundo melhor

A Marcha das Mulheres Indígenas e a Marcha das Margaridas 2019

Muitas pessoas do meio corporativo alertam sobre a necessidade de gestores e produtores não se posicionarem em relação a determinados assuntos uma vez que posicionamentos ideológicos podem vir a ser empecilhos de vendas.

Por aqui pensamos e corremos ao CONTRÁRIO do pensamento “comercialesco” da nossa profissão. A nossa opção por realizar trabalhos que façam bem à humanidade é cada dia mais latente.

Documentar culturas, ensinamentos, diversidade, documentar sustentabilidade, defender os direitos humanos, defender as minorias e participar da costura de memória artística das cidades, estados, país e países vizinhos… Uma baita missão que a cada dia nos chega nas mãos.

Ainda estamos sem palavras para discorrer sobre termos testemunhado e filmado as Marchas das Mulheres Indígenas e a Marcha das Margaridas em Brasília/DF nos dias 13 e 14 de Agosto. A força feminina é das coisas mais grandiosas que alguém pode presenciar na vida.

Fomos filmar um documentário para a ANAÍ Associação Indigenista de Salvador/BA, cujo projeto Cunhataí Ikhã levou mulheres jovens indígenas de aldeias baianas a participarem de sua primeira marcha. A ANAÍ é hoje apoiada pela Malala Fund e o nosso trabalho certamente chegará a muitas outras mulheres do mundo. Deixo o nosso imenso agradecimento à historiadora Ana Paula Ferreira de Lima pela credibilidade e confiança.

Daí a importância de nos posicionarmos sim, a deixar saber que não somos uma organização empresarial que pensa em capitalizar-se sem critério. Dinheiro é importante? Sim. Estaríamos à venda? Nunca.

Nossa luta recente e próxima batalha é a de realizar um belo filme ao “Território: nosso corpo, nosso espírito.”

 

Um abraço apertado

Raquel Alvarez – Diretora

 

aconteceu, institucional

ACONTECEU NA CATURRA – Fev a Maio 2019

Em tempos de vida corrida, videos rápidos, de diversos formatos, barulho, gente falando, prazos pra daqui a 2 segundos, ansiedades, contatos, trocas, enfim, tudo junto, escrevemos um pedaço de livro todos os dias.

 

Melhor do que escrever este livro todos os dias, é saber que alguém confiou a você os próprios sonhos. Que responsabilidade, que energia, que coração!

Existe a competição vigorosa de mercado, por preços, por lugares ao sol, por pessoas a serem vistas e ouvidas, todos querem um belo post, todos querem trabalhar.

O quem tem na Caturra? O que é que a Caturra tem? Teremos que responder como Charles Chaplin: “Se quiser me compreender, assista os meus filmes”.

Somos gratos pelos desafios e pelas relações de confiança com vocês.

Raquel Alvarez – Diretora

aconteceu, institucional, Mundo melhor

2018 – 10 ANOS DE CATURRA DIGITAL FILMES #assista

Foram tantos quilômetros de desafios e felicidade, que hoje apenas conseguimos agradecer por tudo.

Quando a ideia da Caturra nasceu na cabeça de um grupo de amigos, ela já tinha o espírito de um sonho coletivo. A Caturra Digital Filmes seria um lugar onde as pessoas pudessem ser e aprender a cada dia.

Muita gente boa passou e passa por aqui. Ensinamos, aprendemos, evoluímos como empresa formal e nunca deixamos de dar aqueles retoques eternos às nossas relações.

Hoje somos procurados e procuradas pela confiança que inspiramos, pela dedicação que exercitamos e pelo planejamento que não deixamos de lado nunca.

Enfim:  “O saber não ocupa lugar.”

Vejam um pouco desta “CARTA QUE FALA”.

 

Um abraço apertado mesmo

Raquel Alvarez – Diretora executiva